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Escola Secundária c/3.º C.E.B. de Cristina Torres

Página da Ciência

 

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  Última actualização: 06 de Março de 2009     
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Ano Polar Internacional

Enviado em 06/02/2009 por: Marta Amaro 11º A

Portugal apresenta resultados em Março Ano Polar Internacional acabou depois de estudar tudo o que vai dos micróbios às tempestades.

Nas profundezas dos mares, polvos de variadas espécies ficaram agora a saber que não estão sós no mundo. Lá em baixo, no oceano austral, vivem ainda os descendentes daqueles que lhes deram origem, há uns 33 milhões de anos. Esta é apenas uma, entre centenas, de descobertas científicas obtidas ao longo do Ano Polar Internacional, que hoje teve o fim oficial.

“Um sucesso”, descrevem os organizadores. Há mais de 50 anos que não havia um esforço deste nível. Uma iniciativa que envolveu 60 países — entre os quais Portugal —, 160 projectos científicos e 940 milhões de euros, levou a que a investigadores de todas as áreas — de base física, natural, social e humanista — se dedicassem a estudar os pólos.

O gelo, o clima, os habitantes nativos, a vida natural, os poluentes, as correntes, nada ficou de fora desta iniciativa. Ontem, a Organização Meteorológica Mundial e o Conselho Internacional para a Ciência lançaram o relatório sobre o Estado da Investigação Polar, onde se dá conta de algumas destas descobertas.

Muitos dos dados recolhidos darão ainda azo a anos de trabalho. Mas há muitas conclusões que já se podem tirar. Uma das mais importantes diz respeito ao impacto das alterações climáticas. Avaliações aprofundadas das calotes polares da Antárctida e Gronelândia tornaram “evidente que estas estão a perder massa e a contribuir para o aumento do nível do mar.”

A Norte, o Árctico já não oferece dúvidas sobre as modificações que sofre. Durante o Ano Polar, a extensão mínima de gelo no Verão diminuiu cerca de um milhão de quilómetros quadrados em relação ao menor valor que já tinha sido observado através de satélite. No meio do Inverno, a camada de gelo era inusitadamente fina.

Observando as relações entre a atmosfera e o oceano, acumulou-se conhecimentos para melhor prever rotas e intensidades das tempestades. Seguiu-se a rota dos poluentes, para perceber como o que se despeja num ponto do globo pode chegar a outro, contaminando toda a cadeia alimentar até que, por fim, várias das piores substâncias regressam a casa do poluidor, e lhe são servidas à mesa.

Foram visitadas zonas não avistadas há 50 anos, usaram-se técnicas que permitem um estudo a uma grande escala e cruzaram-se informações de várias disciplinas. Descobriu-se uma imensa variedade de formas de vida e confirmou-se que já há espécies a migrarem em direcção aos pólos, fugindo do aquecimento nas águas onde costumavam viver.

Já outros sentem mais dificuldades de adaptação. É o caso das renas no Árctico, afectadas quer pelas mudanças no clima quer pela ocupação do seu habitat pelos homens.

No final deste esforço, todos apelam a que se continue a incentivar a investigação polar, cada vez mais urgente já que se comprovou que o que acontece nestas regiões afecta todo o mundo.

Em finais de Março, os trabalhos dos cientistas portugueses serão divulgados em Lisboa.

Fonte: "Jornal Público"

Curiosidades/ Notícias

Há algum tempo, num dia como hoje

Há alguns anos, neste dia, ...

Animações sobre temas interessantes relacionados com ciências, nomeadamente matérias do ensino secundário

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Esquema do Ciclo de Vida do Plasmodium

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Hibrido animal-planta

O primeiro animal que faz fotossíntese foi encontrado no Atlântico

Bactérias na UC

FCTUC possui colecção de bactérias única. è uma imensidão de microorganismos. A maior colecção portuguesa de bactérias encontra-se na Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra. Fonte:FCTUC

Marte

METANO em Marte: Cientistas descobriram que Marte expele fumarolas de metano para a sua atmosfera. As erupções de gás variam sazonalmente e podem ser um sinal de existência de vida microscópica abaixo da superfície do planeta.

Antártida

Desde a década de 1950, algumas partes da Antártida têm arrefecido (como indicam os tons azuis esmorecidos), mas muitas áreas, incluindo a Antártica Ocidental, têm aquecido substancialmente (tons vermelhos). Quanto mais carregado o tom, maior o aquecimento ou arrefecimento.

Crédito: NASA e E.J. Steig

Via Láctea

Observações revelaram que a galáxia Via Láctea tem quatro braços espirais: dois são dominantes e os outros dois contêm apenas estrelas recém formadas, como mostrai a concepção gráfica de um artista. A formação de estrelas tem lugar fundamentalmente nestes braços espirais. A Via Láctea tem massa 3 triliões de vezes superior à do Sol. A Via Láctea e Andrómeda colidirão dentro de 5 biliões de anos.

Robert Hurt, IPAC; Mark Reid, CfA, NRAO/AUI/NSF

LUA

Fotos do Hubble

Livros

"A Coisa Mais Preciosa QueTemos"

de Carlos Fiolhais

Um grande olho no céu

Enviado em 06/02/2009 por: Profª. Jorge Louro

Se tudo correr bem, dentro de horas o novo telescópio espacial Kepler da NASA partirá de cabo Canaveral a bordo de um foguetão. A sua missão: descobrir outros "pontinhos azuis"- ou seja, planetas parecidos com o nosso que orbitem em torno de estrelas parecidas com o nosso Sol.

A anos-luz da Terra, algures na nossa galáxia, a Via Láctea, uma anónima e modesta estrela alberga um pequeno planeta, feito de continentes de pedra, oceanos de água líquida e céus azuis. Tal como a Terra, esse planeta completa uma órbita em torno do seu sol em mais ou menos um ano. Não é nem muito quente nem muito frio: tem a temperatura ideal para o desenvolvimento da vida. Quem sabe, talvez já esteja cheio de vida... O que não daríamos para o ver!

Fonte: "Jornal Público"

Olimpíadas do Ambiente

Enviado em 24/02/2009 por: Profª. Patrícia Gouveia

Esta é a página principal onde os alunos poderão consultar a lista de apurados para a 2ª eliminatória de todos as escolas, as provas da 1º eliminatória e respectivos resultados.

http://www.esb.ucp.pt/olimpiadas/

Descoberto hibrido animal-planta

Enviado em 19/02/2009 por: Profª. Inês Mendes

O primeiro animal que faz fotossíntese foi encontrado no Atlântico

É uma pequena lesma marinha com três centímetros de comprimento, que vive na costa atlântica da América do Norte, e que tem um poder até agora desconhecido na Natureza entre o reino animal: depois de comer uma alga adquire a capacidade de fotossíntese característica das plantas.

Chama-se "elysia chlorotica" e foi descoberta por uma equipa de investigadores de universidades norte-americanas e da Coreia do Sul, liderada por Mary Rumpho-Kennedy, professora de bioquímica e investigadora na Universidade do Maine. Segundo a revista científica 'New Scientist', a lesma marinha "é a forma suprema de energia solar: come uma planta e torna-se fontossintética". Este híbrido animal-planta gelatinoso de cor verde parece uma folha de árvore e conquista essa capacidade - que se mantém durante vários meses - com genes provenientes da alga que come, a "vaucheria litorea".

O pequeno ser obtém os cloroplastos - isto é, os objectos celulares verdes ricos em clorofila que permitem às células das plantas converter a luz solar em energia - e armazena-os nas células ao longo do seu intestino. O mais curioso é que as "elysia chlorotica" no estado jovem que se alimentem de algas durante duas semanas, podem viver o resto das suas vidas - um ano, em média - sem comer.

Mas os cientistas ainda não conseguiram descobrir tudo sobre este estranho ser marinho, como reconhecem num artigo publicado na revista de referência mundial 'Proceedings of the National Academy of Sciences'. Com efeito, os cloroplastos contêm ADN para codificar apenas 10% das proteínas necessárias para os manter activos e a equipa norte-americana está a ponderar várias explicações para este mistério. Mas, apesar disso, Mary Rumpho-Kennedy admite que "estes organismos fascinantes podem transformar o próprio ensino dos princípios básicos da biologia".

Fonte: "Jornal Expresso"

Quem inventou o telescópio?

Enviado em 17/02/2009 por: Prof. Bruno Conde

Mais um documento produzido pela organização do Ano Internacional da Astronomia.

É a Galileu que se atribui a invenção do telescópio (construiu a luneta astronómica) com a finalidade de realizar observações astronómicas. No entanto, Galileu pode não ter sido o primeiro a usar o telescópio para esse propósito.

Este documento apresenta-nos os protagonistas desta história de descoberta e invenção.

O que é a Astronomia?

Enviado em 10/02/2009 por: Prof. Bruno Conde

A Astronomia fascina-nos, leva-nos a voar mais alto e a descobrir novos horizontes.

No entanto, continua a ser um mistério para muitos dos nossos alunos. Para descobrir o que é a Astronomia, convidamo-vos a ler um documento produzido pela organização do Ano Internacional da Astronomia - 2009.

O documento "What is Astronomy?" está escrito de uma forma simples e ilustrado com fotos de grande qualidade.

Para qualquer dúvida que surja podem contactar-me através do email: brunoconde77@gmail.com.

Por que é que o Sol poente parece vermelho?

Enviado em 28/01/2009 por: Prof. Jorge Louro

Minha Resposta:

A luz do sol parece-nos branca, mas na verdade esta cor branca consiste na junção de todas as cores do arco-íris (do violeta ao vermelho).
A atmosfera comporta-se como um filtro, que consegue filtrar algumas das cores que compõe a luz branca do sol, principalmente os violetas, enquanto os raios laranjas e vermelhos passam melhor.
Ao fim do dia, quando observamos o pôr do sol, verificamos que o sol parece avermelhado o que não acontece ao meio dia quando o sol está mais alto.
Isto acontece porque ao meio dia, os raios do sol atravessam a atmosfera num trajecto curto e a capacidade de filtragem da atmosfera é fraca, mas ao final do dia os raios chegam inclinados e nesse ângulo a camada de atmosfera a atravessar é mais espessa, o efeito de filtragem aumenta consideravelmente e todas cores são absorvidas excepto o vermelho.

A atmosfera não só filtra as cores como também desvia os raios de luz, esta é a razão porque quando o sol se põe parece achatar-se no horizonte.

Por: Marta Amaro 11º A

Kit pedagógico sobre a estação espacil internacional

Enviado em 31/01/2009 por: Marta Amaro

Kit pedagógico produzido pela Agência Espacial Europeia sobre a Estação Espacial Internacional, para professores do 3º ciclo do Ensino Básico. [ver]

Empresas portuguesas ligadas à exploração espacial

Enviado em 31/01/2009 por: Marta Amaro

Algumas empresas e centros de investigação portugueses ligados ao Espaço (Ciência Viva) [ver]

Hubble descobre CO2 num planeta extra-solar

Enviado em 31/01/2009 por: Marta Amaro

O planeta HD 189733b, é demasiado grande e quente para albergar vida, mas estas observações do Hubble, permitem demonstrar que é possível medir a existência de moléculas na atmosfera de planetas extra-solares, que na Terra, estão associadas à vida. Este tipo de observação, num planeta de tipo terrestre, pode, no futuro, vir a ser a primeira evidência de vida para além da Terra. [ver]

O Universo - Os episódios da série do Canal História

Enviado em 29/01/2009 por: Prof. Jorge Louro

Explora o Sistema Solar neste site do Canal História. Está também disponível o horário da série O Universo, que passa no Canal. [ver]

Vídeo 3D - Restos da Cassiopeia (Supernova)

Enviado em 22/01/2009 por: Prof. Jorge Louro
RESTOS DE CASSIOPEIA EM (3D) - Supernova
Este vídeo mostra uma animação tridimensional da supernova Cassiopéia A, com base em dados provenientes do Observatório de raios-X Chandra e do telescópio espacial Spitzer. A cor verde indica principalmente emissão de raios X emissões provenientes do ferro; a cor amarela revela principalmente raios X, infravermelhos e luz visível emissões provenientes de argon e silício; o vermelho mostra os destroços mais quentes, vistos no infravermelho. A cor azul representa raios X da frente de onda deque resultou da explosão.
Crédito: D. Berry, T. DeLaney, CXC, NASA

Olimpíadas de Física 2009

Enviado em 20/01/2009 por: Prof. Jorge Louro
Estão abertas as inscrições para participação nas Olimpíadas de Física 2009. Abero à participação der alunos do 11º ano (escalão B). Inscreve-te junto do professor de FQA. >>ver

Ano Internacional da Astro20nomia

Enviado em 20/01/2009 por: Prof. Bruno Conde
O Ano Internacional da Astronomia 2009 (AIA2009) será uma celebração global da astronomia e da sua contribuição para a sociedade e para a cultura, estimulando o interesse a nível mundial não só na astronomia, mas na ciência em geral, com particular incidência nos jovens.
O AIA2009 assinala o passo de gigante que constituiu a primeira utilização do telescópio para observações astronómicas por Galileu, e retrata a astronomia como uma iniciativa cientifica pacifica que une os astrónomos numa família internacional e multicultural, trabalhando em conjunto para descobrir as respostas para algumas das questões mais fundamentais para a Humanidade. O AIA2009 é, antes de mais nada, uma actividade para os cidadãos do Planeta Terra. Pretende transmitir o entusiasmo pela descoberta pessoal, o prazer de partilhar conhecimento sobre o Universo e o nosso lugar nele e a importância da cultura científica.
A maior parte das actividades do AIA2009 terá lugar a vários níveis: local, regional e nacional. Alguns países formaram já comités nacionais para preparar actividades para 2009. Estes comités constituem colaborações entre astrónomos amadores e profissionais, centros de ciência e comunicadores de ciência.
A nível geral, a União Astronómica Internacional (UAI) terá um papel de destaque enquanto catalizadora a coordenadora. A UAI irá organizar um pequeno número de eventos globais ou internacionais como as Cerimónias de Abertura e Encerramento, mas as principais actividades terão lugar a nível nacional e serão coordenadas pelos Nodos Nacionais em estreita colaboração com a UAI.Em Dezembro de 2007 a Organização das Nações Unidas declarou 2009 como Ano Internacional da Astronomia.

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