Portugal
apresenta resultados em Março Ano Polar Internacional acabou
depois de estudar tudo o que vai dos micróbios às
tempestades.
Nas
profundezas dos mares, polvos de variadas espécies ficaram
agora a saber que não estão sós no mundo.
Lá em baixo, no oceano austral, vivem ainda os descendentes
daqueles que lhes deram origem, há uns 33 milhões
de anos. Esta é apenas uma, entre centenas, de descobertas
científicas obtidas ao longo do Ano Polar Internacional,
que hoje teve o fim oficial.
“Um
sucesso”, descrevem os organizadores. Há mais de 50 anos
que não havia um esforço deste nível. Uma
iniciativa que envolveu 60 países — entre os quais Portugal
—, 160 projectos científicos e 940 milhões de euros,
levou a que a investigadores de todas as áreas — de base
física, natural, social e humanista — se dedicassem a estudar
os pólos.
O
gelo, o clima, os habitantes nativos, a vida natural, os poluentes,
as correntes, nada ficou de fora desta iniciativa. Ontem, a Organização
Meteorológica Mundial e o Conselho Internacional para a
Ciência lançaram o relatório sobre o Estado
da Investigação Polar, onde se dá conta de
algumas destas descobertas.
Muitos
dos dados recolhidos darão ainda azo a anos de trabalho.
Mas há muitas conclusões que já se podem
tirar. Uma das mais importantes diz respeito ao impacto das alterações
climáticas. Avaliações aprofundadas das calotes
polares da Antárctida e Gronelândia tornaram “evidente
que estas estão a perder massa e a contribuir para o aumento
do nível do mar.”
A
Norte, o Árctico já não oferece dúvidas
sobre as modificações que sofre. Durante o Ano Polar,
a extensão mínima de gelo no Verão diminuiu
cerca de um milhão de quilómetros quadrados em relação
ao menor valor que já tinha sido observado através
de satélite. No meio do Inverno, a camada de gelo era inusitadamente
fina.
Observando
as relações entre a atmosfera e o oceano, acumulou-se
conhecimentos para melhor prever rotas e intensidades das tempestades.
Seguiu-se a rota dos poluentes, para perceber como o que se despeja
num ponto do globo pode chegar a outro, contaminando toda a cadeia
alimentar até que, por fim, várias das piores substâncias
regressam a casa do poluidor, e lhe são servidas à
mesa.
Foram
visitadas zonas não avistadas há 50 anos, usaram-se
técnicas que permitem um estudo a uma grande escala e cruzaram-se
informações de várias disciplinas. Descobriu-se
uma imensa variedade de formas de vida e confirmou-se que já
há espécies a migrarem em direcção
aos pólos, fugindo do aquecimento nas águas onde
costumavam viver.
Já
outros sentem mais dificuldades de adaptação. É
o caso das renas no Árctico, afectadas quer pelas mudanças
no clima quer pela ocupação do seu habitat pelos
homens.
No
final deste esforço, todos apelam a que se continue a incentivar
a investigação polar, cada vez mais urgente já
que se comprovou que o que acontece nestas regiões afecta
todo o mundo.
Em
finais de Março, os trabalhos dos cientistas portugueses
serão divulgados em Lisboa.
FCTUC
possui colecção de bactérias única.
è uma imensidão de microorganismos. A maior colecção
portuguesa de bactérias encontra-se na Faculdade de Ciências
da Universidade de Coimbra. Fonte:FCTUC
Marte
METANO
em Marte: Cientistas descobriram que Marte expele
fumarolas de metano para a sua atmosfera. As erupções
de gás variam sazonalmente e podem ser um sinal de
existência de vida microscópica abaixo da superfície
do planeta.
Antártida
Desde
a década de 1950, algumas partes da Antártida
têm arrefecido (como indicam os tons azuis esmorecidos),
mas muitas áreas, incluindo a Antártica Ocidental,
têm aquecido substancialmente (tons vermelhos). Quanto
mais carregado o tom, maior o aquecimento ou arrefecimento.
Crédito:
NASA e E.J. Steig
Via
Láctea
Observações
revelaram que a galáxia Via Láctea tem quatro
braços espirais: dois são dominantes e os outros
dois contêm apenas estrelas recém formadas, como
mostrai a concepção gráfica de um artista.
A formação de estrelas tem lugar fundamentalmente
nestes braços espirais. A Via Láctea tem massa
3 triliões de vezes superior à do Sol.
A Via Láctea e Andrómeda colidirão dentro
de 5 biliões de anos.
Se
tudo correr bem, dentro de horas o novo telescópio espacial
Kepler da NASA partirá de cabo Canaveral a bordo
de um foguetão. A sua missão: descobrir outros "pontinhos
azuis"- ou seja, planetas parecidos com o nosso que orbitem
em torno de estrelas parecidas com o nosso Sol.
A
anos-luz da Terra, algures na nossa galáxia, a Via Láctea,
uma anónima e modesta estrela alberga um pequeno planeta,
feito de continentes de pedra, oceanos de água líquida
e céus azuis. Tal como a Terra, esse planeta completa uma
órbita em torno do seu sol em mais ou menos um ano. Não
é nem muito quente nem muito frio: tem a temperatura ideal
para o desenvolvimento da vida. Quem sabe, talvez já esteja
cheio de vida... O que não daríamos para o ver!
Fonte:
"Jornal Público"
Olimpíadas do Ambiente
Enviado
em 24/02/2009 por: Profª. Patrícia Gouveia
Esta
é a página principal onde os alunos poderão
consultar a lista de apurados para a 2ª eliminatória
de todos as escolas, as provas da 1º eliminatória
e respectivos resultados.
O
primeiro animal que faz fotossíntese foi
encontrado no Atlântico
É
uma pequena lesma marinha com três centímetros de
comprimento, que vive na costa atlântica da América
do Norte, e que tem um poder até agora desconhecido na
Natureza entre o reino animal: depois de comer uma alga adquire
a capacidade de fotossíntese característica das
plantas.
Chama-se
"elysia chlorotica" e foi descoberta por uma equipa
de investigadores de universidades norte-americanas e da Coreia
do Sul, liderada por Mary Rumpho-Kennedy, professora de bioquímica
e investigadora na Universidade do Maine. Segundo a revista científica
'New Scientist', a lesma marinha "é a forma suprema
de energia solar: come uma planta e torna-se fontossintética".
Este híbrido animal-planta gelatinoso de cor verde parece
uma folha de árvore e conquista essa capacidade - que se
mantém durante vários meses - com genes provenientes
da alga que come, a "vaucheria litorea".
O
pequeno ser obtém os cloroplastos - isto é, os objectos
celulares verdes ricos em clorofila que permitem às células
das plantas converter a luz solar em energia - e armazena-os nas
células ao longo do seu intestino. O mais curioso é
que as "elysia chlorotica" no estado jovem que se alimentem
de algas durante duas semanas, podem viver o resto das suas vidas
- um ano, em média - sem comer.
Mas
os cientistas ainda não conseguiram descobrir tudo sobre
este estranho ser marinho, como reconhecem num artigo publicado
na revista de referência mundial 'Proceedings of the National
Academy of Sciences'. Com efeito, os cloroplastos contêm
ADN para codificar apenas 10% das proteínas necessárias
para os manter activos e a equipa norte-americana está
a ponderar várias explicações para este mistério.
Mas, apesar disso, Mary Rumpho-Kennedy admite que "estes
organismos fascinantes podem transformar o próprio ensino
dos princípios básicos da biologia".
Fonte:
"Jornal Expresso"
Quem inventou o telescópio?
Enviado
em 17/02/2009 por: Prof. Bruno Conde
Mais
um documento
produzido pela organização do Ano Internacional
da Astronomia.
É
a Galileu que se atribui a invenção do telescópio
(construiu a luneta astronómica) com a finalidade de realizar
observações astronómicas. No entanto, Galileu
pode não ter sido o primeiro a usar o telescópio
para esse propósito.
Este
documento
apresenta-nos os protagonistas desta história de descoberta
e invenção.
O que é a Astronomia?
Enviado
em 10/02/2009 por: Prof. Bruno Conde
A
Astronomia fascina-nos, leva-nos a voar mais alto e a descobrir
novos horizontes.
No
entanto, continua a ser um mistério para muitos dos nossos
alunos. Para descobrir o que é a Astronomia, convidamo-vos
a ler um documento produzido pela organização do
Ano Internacional da Astronomia - 2009.
O
documento "What
is Astronomy?" está escrito de uma forma simples
e ilustrado com fotos de grande qualidade.
Para
qualquer dúvida que surja podem contactar-me através
do email: brunoconde77@gmail.com.
Por que é que o Sol poente parece vermelho?
Enviado
em 28/01/2009 por: Prof. Jorge Louro
Minha
Resposta:
A luz do sol parece-nos branca, mas na verdade esta cor branca
consiste na junção de todas as cores do arco-íris
(do violeta ao vermelho).
A atmosfera comporta-se como um filtro, que consegue filtrar algumas
das cores que compõe a luz branca do sol, principalmente
os violetas, enquanto os raios laranjas e vermelhos passam melhor.
Ao fim do dia, quando observamos o pôr do sol, verificamos
que o sol parece avermelhado o que não acontece ao meio
dia quando o sol está mais alto.
Isto acontece porque ao meio dia, os raios do sol atravessam a
atmosfera num trajecto curto e a capacidade de filtragem da atmosfera
é fraca, mas ao final do dia os raios chegam inclinados
e nesse ângulo a camada de atmosfera a atravessar é
mais espessa, o efeito de filtragem aumenta consideravelmente
e todas cores são absorvidas excepto o vermelho.
A atmosfera não só filtra as cores como também
desvia os raios de luz, esta é a razão porque quando
o sol se põe parece achatar-se no horizonte.
Por:
Marta Amaro 11º A
Kit pedagógico sobre a estação espacil
internacional
Enviado
em 31/01/2009 por: Marta Amaro
Kit
pedagógico produzido pela Agência Espacial Europeia
sobre a Estação Espacial Internacional, para professores
do 3º ciclo do Ensino Básico. [ver]
Empresas portuguesas ligadas à exploração
espacial
Enviado
em 31/01/2009 por: Marta Amaro
Algumas empresas
e centros de investigação portugueses ligados ao
Espaço (Ciência Viva) [ver]
Hubble descobre CO2 num planeta
extra-solar
Enviado
em 31/01/2009 por: Marta Amaro
O planeta HD
189733b, é demasiado grande e quente para albergar vida,
mas estas observações do Hubble, permitem demonstrar
que é possível medir a existência de moléculas
na atmosfera de planetas extra-solares, que na Terra, estão
associadas à vida. Este tipo de observação,
num planeta de tipo terrestre, pode, no futuro, vir a ser a primeira
evidência de vida para além da Terra. [ver]
O Universo - Os episódios da série do Canal
História
Enviado
em 29/01/2009 por: Prof. Jorge Louro
Explora o Sistema Solar neste site do Canal História. Está
também disponível o horário da série
O Universo, que passa no Canal. [ver]
Vídeo 3D - Restos da Cassiopeia (Supernova)
Enviado
em 22/01/2009 por: Prof. Jorge Louro
RESTOS
DE CASSIOPEIA
EM (3D) - Supernova
Este vídeo mostra uma animação tridimensional
da supernova Cassiopéia A, com base em dados provenientes
do Observatório de raios-X Chandra e do telescópio
espacial Spitzer. A cor verde indica principalmente emissão
de raios X emissões provenientes do ferro; a cor amarela
revela principalmente raios X, infravermelhos e luz visível
emissões provenientes de argon e silício; o vermelho
mostra os destroços mais quentes, vistos no infravermelho.
A cor azul representa raios X da frente de onda deque resultou
da explosão.Crédito:
D. Berry, T. DeLaney, CXC, NASA
Olimpíadas de Física 2009
Enviado
em 20/01/2009 por: Prof. Jorge Louro
Estão
abertas as inscrições para participação
nas Olimpíadas de Física 2009. Abero
à participação der alunos do 11º ano
(escalão B). Inscreve-te junto do professor de FQA. >>ver
Ano Internacional da Astro20nomia
Enviado
em 20/01/2009 por: Prof. Bruno Conde
O
Ano Internacional da Astronomia 2009 (AIA2009) será uma
celebração global da astronomia e da sua contribuição
para a sociedade e para a cultura, estimulando o interesse a nível
mundial não só na astronomia, mas na ciência
em geral, com particular incidência nos jovens.
O AIA2009 assinala o passo de gigante que constituiu a primeira
utilização do telescópio para observações
astronómicas por Galileu, e retrata a astronomia como uma
iniciativa cientifica pacifica que une os astrónomos numa
família internacional e multicultural, trabalhando em conjunto
para descobrir as respostas para algumas das questões mais
fundamentais para a Humanidade. O AIA2009 é, antes de mais
nada, uma actividade para os cidadãos do Planeta Terra.
Pretende transmitir o entusiasmo pela descoberta pessoal, o prazer
de partilhar conhecimento sobre o Universo e o nosso lugar nele
e a importância da cultura científica.
A maior parte das actividades do AIA2009 terá lugar a vários
níveis: local, regional e nacional. Alguns países
formaram já comités nacionais para preparar actividades
para 2009. Estes comités constituem colaborações
entre astrónomos amadores e profissionais, centros de ciência
e comunicadores de ciência. A
nível geral, a União Astronómica Internacional
(UAI) terá um papel de destaque enquanto catalizadora a
coordenadora. A UAI irá organizar um pequeno número
de eventos globais ou internacionais como as Cerimónias
de Abertura e Encerramento, mas as principais actividades terão
lugar a nível nacional e serão coordenadas pelos
Nodos Nacionais em estreita colaboração com a UAI.Em
Dezembro de 2007 a Organização das Nações
Unidas declarou 2009 como Ano Internacional da Astronomia.